Sobre mim

Pesquiso, escrevo, e construo projetos relacionados a poder e tecnologia. Com mais de uma década de experiência, trabalhei com pesquisa, advocacy e comunicação em organizações como ARTIGO 19, The Engine Room, e The MERL Tech Initiative.

Sou uma das co-fundadoras da organização Instituto Minas Programam. Entre 2015 e 2025, criamos espaços para meninas e mulheres negras brasileiras aprenderem sobre tecnologia a partir de uma perspectiva feminista e anti-racista.

Alguns dos meus projetos recentes preferidos envolvem temas como direito à informação, combate à violência de gênero facilitada por tecnologia, a saúde dos ecossistemas informacionais e o uso de tecnologias digitais por movimentos feministas.

Meu trabalho foi citado em lugares como Gender IT, AWID, Forbes, MIT Tech Review,  Folha de São Paulo, Gênero e Número e UOL Notícias.

Sou formada em Relações Internacionais pela USP, pós-graduada em Cultura, Educação e Relações Raciais pelo CELACC-USP e mestre em Gênero e Desenvolvimento pelo Institute of Development Studies da Universidade de Sussex. Atualmente sou aluna do programa de mestrado em Estudos de Arquivologia e Informação da Universidade de Amsterdam.

Atualmente…

  • Pesquiso como as feministas negras no Brasil criam e cuidam dos registros que documentam suas organizações, como aluna de mestrado em Arquivística e Ciência da Informação na Universidade de Amsterdã.
  • Atuo como Gerente de Comunidades na MERL Tech Initiative, onde facilito diálogos sobre o uso ético e responsável das tecnologias no trabalho do setor social.
  • Apoio a Glitch como vice-presidente do Conselho Organizacional. A Glitch é uma organização feminista negra sem fins lucrativos que trabalha para garantir que as tecnologias da internet não reproduzam nem ampliem a discriminação contra mulheres negras e outras pessoas marginalizadas.

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